quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ser mãe...


Em virtude do dia das mães comemorado no último domingo, lembrei-me de algo que ouço desde que me conheço por gente... "O amor de mãe é o maior que existe".

Como se mede o amor?

Como eu sei se meu amor é maior que do outro?

Como sei se já não amo o máximo de que sou capaz?

Confesso que questionamentos como esses sempre vinham a minha cabeça tão logo eu ouvia tal afirmação.

Hoje, mãe... concordo em gênero, número e grau!

Continuo sem saber se é possível dizer que o amor de uma pessoa é maior que de outra, mas tenho absoluta certeza de que eu não sabia o que era amor de verdade antes de ver a carinha do meu filho pela primeira vez.

É um amor gratuito! Algo sublime e imediato...

Ao ver meu filho pela primeira vez, tive a certeza de que morreria por ele, de que viveria por ele e de que nenhum amor poderia ser igual.

Não é sempre fácil, isso é fato incontestável... dai a expressão "Padecer no paraíso"... e não me refiro aqui as coisas práticas do dia dia: birras, teimosias, horários diferentes, vontades diferentes. Penso aqui em doação, que considero a palavra que resume a verdadeira mãe...

Mãe de verdade só é completa se o filho o é... só é feliz se o filho também é... Mãe é ser tão despreendida que abre mão de qualquer coisa pelo filho... para ela, o filho é a prioridade, como se ser mãe fosse seu dom ao ganhar a vida! Mãe nem sempre é assim... mas acho que aquelas que não são nem tem o direito de serem chamadas por essa palavra - a mais doce, profunda e verdadeira de nossa língua.

A palavra mãe é sinônima de amor eterno!

By Ieia